Alexandre d' Oliveira

Escritor e Poeta

Quem Eu Sou?...



                     Teatrólogo, Cronista, Poeta, Publicitário. Jornalista, e radialista. Idealizou a Sociedade Cabedelense de Escritores e Poetas-SCEP, sendo presidente fundador. Participou de várias antologias, a exemplo de Quando Nasce a Poesia, Sonho de Feliz Cidade, Outros Olhares I e II, na capital paraibana. Natural de João Pessoa.  Iniciou seus trabalhos com o teatro em 1978, junto ao TECA – Teatro Experimental de Cabedelo.
                     Inaugurou o Teatro Santa Catarina em 1986, com o grupo. Participa do Alto da Paixão de Cristo, com o GTAAB, Grupo de Teatro Amador Padre Alfredo Barbosa. No Cinema Nacional, em 2010, trabalhou no filme Inácim, o afilhado de Padre Rolim.  Seu primeiro livro, “Escravo da Lua”, foi editado com incentivo da Prefeitura Municipal de Cabedelo, pela antiga Comissão de Cultura - COMIC, onde foi presidente.
Formado em Comunicação Social, tem bacharelado em Publicidade e Propaganda, Embaixador de Paz, e Comendador de Justiça e Cultura pela OMDDH – Organização dos Defensores de Direitos Humanos. 
                     Um homem, simples, idealista, que sonha com um mundo melhor onde todos possam compartilhar de momentos aonde não haja nenhum tipo de guerra, mas que a paz se solidifique e o amor persista e seja eterno. 
                     Sou capaz de falar sobre meus próprios receios quando me encontro em palco e vejo este ser pertinente para meu futuro. Enquanto penso que a gente aos poucos edifica, acreditando no amanhã!
                     Enfim, gosto de escrever, e de estar em palco interpretando histórias, onde o enredo nem sempre é só meu. 
         Enfim, alguém me disse que o homem nunca morre, ele continua seus ideais noutro homem. Assim, eu aprendi com aquele que foi, meu mestre. E com seu incentivo tantas vezes eu já estive em palco, que já nem recordo quando pela primeira vez eu ensaiei.  



Dono da Cocada Preta
Alexandre ď Oliveira


Acontece a todo momento coisas que nos deixa perplexo, ou com sensação de culpa, entretanto dentre um verso e outro eu procuro refletir, ir mais a fundo, procurar entender todos seus detalhes porque  sobre aquele momento no qual passei. Eu não sei se estou certo ou errado quando recordo dos seriados de TV de antigamente que nos fazia pensar.
Tanto que hoje recordo Baretta que era uma série policial, a La mexicana e tinha outra que nos fazia pensar antes de cometer qualquer bobeira. E, dentre nós virou Meme. Era também policial. Era de um sujeito careca, que tinha vício de estar com um pirulito na boca, se achando o maioral. Hoje estes usam barba fechadas, e nem sempre gostam de combater o mal. E só querem estar dentre elas, Às Panteras.
Mas isto não importa. Na verdade, na realidade eu gostaria de lembrar o nome dele. Pois para que então eu fui dar mole...
Imagine, se hoje isto virar moda. Viraliza, bomba pela internet. Quanta gente iria pensar antes de fazer qualquer asneira. Pois, como dizia Papai. Olho grande não entra na China. No entanto, logo eu me deixei enganar. E fui dar mole para KOJAK, e estou aqui preso sem saída. E, bem lembro que o meu slogan de campanha era agora tudo está completo.
Ó, minha cidade querida, o que tanto eu fiz por ti?...
"Nada pessoal apenas registro o que acontecera com um bom camarada". Já que quando a cabeça não pensa o corpo padece. Eu me imaginei dono da cocada preta.

J.Pessoa, 21de maio de 2019

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